colocado em: 2011-07-30

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reportagem - jardins efémeros - cria verde
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título: reportagem - jardins efémeros - cria verde
 
Quem passasse pela Praça D. Duarte naqueles dias, dificilmente a reconhecia…
Árvores de vários portes e espécies, um lago artificial, bancos e mesas de jardim, plantas e flores contribuíram para compor um cenário, que foi idealizado pela responsável da empresa Cul-de-Sac.
Sandra Oliveira foi a mentora da ideia, mas coube à Cria Verde concretizá-la, com a ajuda de outras entidades públicas e privadas…
Entrevista
Nascer e crescer faz parte da vida das plantas e fez parte deste espaço durante 4 dias. A articulação entre o que existe de inato na Praça, como o chilrear dos pássaros ou a leve brisa do vento, articulou-se na perfeição com a proposta de criar este espaço natural mas artificial...
Construir um lugar, um novo espaço que permitisse às pessoas revisitar aquele sítio com um novo olhar e pudessem dele fruir…foi um processo demorado e que deu bastante trabalho…
Umas coisas aqui e outras acolá…o espaço foi-se compondo, os jardins efeméros concretizaram a ideia daquilo que é realmente um jardim… um espaço planeado, normalmente ao ar-livre, para a exibição, cultivo e apreciação de plantas, flores e outras formas de natureza, que pode incorporar materiais naturais ou artificiais….
Neste caso, o cultivo de plantas não se verificou, mas não faltaram os workshops sobre biodiversidade, criação e manutenção de bonsais, orientados por Gabriel Silva da Cria Verde…
Nos Jardins Efémeros tiveram a primeira experiência em dar formação, algo que pretendem manter e incrementar com outros temas.
E este foi também o primeiro evento em que a Cria Verde atuou em nome próprio…
De novas experiências e assim que se justifica o trabalho da Cria Verde, uma empresa dinâmica e inovadora que se dedica essencialmente à produção e comercialização de plantas ornamentais, ou seja, que contribui para colorir as nossas paisagens, como se pôde ver no caso dos Jardins Efémeros.

Entrevista

“Vivemos para criar!” é o lema desta empresa de Viseu, criada em 1990. Com uma área de 30 mil metros quadrados, a Cria Verde armazena e desenvolve um stock significativo de plantas de variadíssimas espécies. E que, além disso, se dedica ao comércio de artigos decorativos para casa e jardim.

Neste caso, falamos de um jardim público, espaço de convívio e lazer. Espaço de encontro e de atração…
Um lugar que ficou marcado, quer pela beleza da paisagem que criou, quer pela envolvente cultural que motivou.
Cinema, contos, exposições, provas de vinho, workshops e sobretudo a música contribuíram para distinguir esta iniciativa.
Neste caso é de salientar o concerto concebido a pensar na natureza da autoria de Jari Marjamäki, …um artista, que foi apresentado pela organização, como sendo um “explorador da música Ambient criada a partir de sons da cidade e gravações do campo que se fundem com música electrónica, no contexto onde estas paisagens sonoras, situadas entre o espaço e tempo, servem apenas como pano de fundo para um jardim como palco dos acontecimento.”

E de tudo isto resta uma certeza…
O jardim, aquele espaço que foi reconstruído a pensar na dinamização do centro histórico e para fruição pública…. foi efémero, mas com certeza que vai ficar na memória de todos os que por ali passaram de 21 a 24 de Julho.
 
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